quinta-feira, 17 de maio de 2018

Diário # 13 - Parques infantis


Finalmente o Sol veio para ficar uns dias :)

Agora haverão melhores dias para levar as crianças ao parque, que tanto adoram. A pensar nisso, e dado que foram criados novos parques no Porto e reabilitados outros, desde o Verão passado que andamos com as miúdas de parque em parque para os conhecer a todos. Há alguns que gosto mas outros que nem por isso, e depois há aqueles que até são giros mas...

Antigamente as nossas mães levavam-nos ao parque e sentavam-se tranquilas a fazer tricot ou a conversar umas com as outras, agora não consigo simplesmente sentar-me e deixá-las andar à vontade. Mesmo nos parques para crianças com mais de 2 anos, não vejo aquela segurança que via há duas décadas atrás.

Nos nossos dias, alguns parques parecem autênticas esculturas contorcidas de ferro... outros parecem locais de treinos olímpicos... em vez de parques infantis... Além disso, agora a nova moda é deixar um dos lados dos escorregas sem vedação, completamente aberto sobre o vazio e meio metro à frente do vazio, um ferro para as crianças descerem à bombeiro!? Não é seguro. O chão não é feito de algodão, e mesmo que seja uma queda de 2 metros podem magoar-se a sério. Não sei porque inventam, as crianças só querem brincar, não importa se o escorrega é azul ou amarelo, não importa a estética ou a arquitectura daquilo, só importa chegar lá e escorregar. Para as crianças aventureiras e curiosas podem fazer coisas giras mas seguras, agora em todos os parques onde vou com elas e o todo dos escorregas tem um dos lados sem nada, eu detesto, detesto porque não fico descansada, ainda por cima elas são duas e os meus olhos viram ambos para o mesmo lado, não é possível ver as duas ao mesmo tempo ao milésimo de segundo.

Gosto muito do parque de Espinho, junto ao Centro Multimeios, tem escorrega para mais pequeninos e para maiores, tem vedação e portãozinho que fecha, é seguro. Acho que de todos os que tenho visto foi o que gostei mais para a minha filha mais pequena, porque a maior não tem medo de nada. Tem bancos de jardim à volta da vedação para os pais.

Também gosto muito do parque de Matosinhos, tem uma vedação a toda a volta, foi reabilitado, tem coisas novas e é colorido, mas o escorrega tem a lateral aberta no topo sobre o vazio e qualquer criança pode empurrar outra na correria ali em cima ou desiquilibrar-se e cai dali abaixo directa no chão...

Há também um nas praias de Gaia, está bastante maior agora, tem um escorrega cheio de coisas para mais pequeninos e um para maiores, tem muitas diversões diferentes e vista para o mar, maresia e bancos para os pais.

Torna-se difícil encontrar um que preencha os requisitos, a segurança e a adequação à idade dos nossos filhos, porque é óbvio que se os nossos filhos têm 2 ou 3 anos e vamos a um parque cheio de apetrechos radicais, cordas, tronquinhos para saltar, e a criança não consegue fazer nada daquilo vai ficar frustrada e aborrecida em vez de se divertir.

No outro dia fomos a Paços de Ferreira e descobrimos totalmente por acaso um parque infantil novo, muito interessante, não vi ao pormenor mas era enorme, com escorregas para os mais pequenos e outros para os maiores, tudo enquadrado num enorme parque da cidade muito amplo e verde, com um belo acréscimo mais abaixo, umas mesas de pedra para piqueniques. O Parque da Cidade aqui no Porto falha nisso, tem tudo menos um parque infantil.

Mas, felizmente, aqui no Porto há realmente muitos agora, cerca de 30, o que é fantástico, porque quando nasceu a minha filha mais velha eu fartei-me de dar voltas no Porto à procura de um parque. Há uma enorme escolha, mas poucos que possam dar aquela tranquilidade aos pais enquanto as suas crianças brincam, principalmente se tiverem mais que um filho e pelo menos um deles for pequenino.

Os que gosto aqui no Porto:

Prelada - Fica num sítio sossegado entre prédios. Com vedação. É um parque bastante normal, tem dois escorregas, muito giro e bem protegido. Cavalinhos como no nosso tempo :)

Calém - mesmo na foz, o chão é areia, que elas adoram, a mais pequena só anda no baloiço e no escorrega porque o resto ainda não consegue e enerva-se a tentar, e o único contra, a meu ver, é que no último "degrau" do escorrega deveria haver algo a proteger as crianças caso falhem o pé ao subir, porque a altura desse último tronco ao cimo é enorme para eles, até para a minha filha mais velha. Ou colocarem mais um degrau ali. Não tem vedação.

Parque de São Roque - Um barco escorrega colorido sem muitas complicações, mas as subidas não são para os mais pequenino, de resto é um sítio agradável, bonito e para as crianças mais velhas vale a pena.

Cervantes - Tem um escorrega muito bom para as crianças muito pequeninas, é vedado, tem mesas e cadeiras mas o resto não é para crianças pequenas...


Podem vê-los a todos aqui:


terça-feira, 8 de maio de 2018

Cuscus com Vegetais




1/2 cebola picadinha
Alguns pézinhos de brócolos cortados ao meio ou quartos
1 curgete descascada e fatiada finamente em quartos
1/2 beringela fatiada em quartos
1/4 pimento vermelho cortado em pedaços pequenos
Sementes de abóbora secas
Cuscus
Azeite

Numa tigela colocar um fundo de cuscus (ele aumenta sempre para o dobro ou mais do tamanho). Adicionar sal qb e água fervente até cobrir os cuscus. Tapar a tigela.

Entretanto, num tachinho com água, muito pouco sal cozer os brócolos durante 5 minutos.

Ao mesmo tempo que cozem os brócolos, numa frigideira anti-aderente ou wok, colocar um fio de azeite, a cebola e deixar alourar, juntar a curgete, a beringela e saltear um pouco, adicionar o pimento e deixar grelhar um pouco tudo.

Destapar os cuscus e juntar na frigideira com os vegetais, misturar bem e servir no prato. Decorar com sementes de abóbora e um fiozinho de azeite. À volta colocar os brócolos.

Delicioso!

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Momentos Merecidos

 




Uma das coisas que me faz feliz é poder, pelo menos de vez em quando, relaxar num longo e tranquilo banho de espuma. Ficar ali deitada, a ouvir uma música de fundo, a ler um livro, a sonhar, ou, simplesmente, sem fazer nada, sem ter que pensar em nada.

Este, deveria ser, um dos momentos obrigatórios e merecidos de qualquer mãe.